







Apuração do primeiro turno terminou com Flávio Bolsonaro à frente de Lula na corrida eleitoral
Mapa de conexões de Flávio Bolsonaro
Ligamos os pontos. Reunimos em um só lugar os escândalos e investigações relacionadas a Flávio Bolsonaro para consulta pública, baseada em fontes jornalísticas.

Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE
Ao menos 50 vídeos simulam entrevistas e depoimentos sobre os dois principais candidatos da corrida presidencial deste ano: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

A conta das bets no Desenrola. Por Vanessa Lippelt - Poder Paraná
Como o ralo financeiro das apostas ameaça o impacto do novo programa do governo federal

Dá pra Virar · foram 5 votos por urna
Mapa da abstenção até o município, as três frentes do 2º turno e materiais prontos para compartilhar.

Dinheiro, eleições e poder: As engrenagens do sistema político brasileiro
Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento. Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro. Para escrever Dinheiro, eleições e poder , ele compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, que são contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. O autor mostra como o perfil do financiamento eleitoral no Brasil foi se concentrando em grandes doadores, que seguem uma lógica estritamente empresarial – muito mais que ideológica. Baseado em dados sobre participação em frentes parlamentares, propositura de emendas e posicionamento nas principais votações, Carazza analisa como os eleitos tendem a retribuir as doações recebidas das grandes empresas. Por fim, o autor apresenta alternativas para baratear nossas eleições, combater práticas como o “caixa dois” e diminuir a influência econômica em nossa democracia. “Combinando de modo feliz a análise de dados quantitativos com trechos das delações colhidas pela Lava Jato, Carazza compõe um quadro em que a influência do dinheiro sobre a política é intensa, multiforme e difícil de combater. Trata-se de uma contribuição importante para a discussão de nosso sistema político e de suas possibilidades de aprimoramento.” ― Celso Rocha de Barros“Bruno Carazza destrincha de maneira soberba a associação predadora entre a elite econômica e uma determinada casta política."― Consuelo Dieguez“Com uma análise precisa, informada e incisiva da intercessão entre dinheiro, corrupção e política, Bruno Carazza apresenta um diagnóstico necessário dos desafios atuais da democracia brasileira.” ― Marcus Melo

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Ricos & Malandros: A questão da riqueza na estrutura da desigualdade brasileira: como os ricos atuam na sociedade
Este livro trata de um lado nada romântico e ainda pouco explorado da estratificação social: o "topo" da pirâmide, refúgio da elite e seus endinheirados e pedaço desprendido da vida e da realidade brasileiras. Sob um ângulo inovador, Rodrigo Gava dedica-se ao estudo dos ricos e da malandragem como identidade brasileira. Sua maior originalidade está em conseguir transcender o mero protesto denuncista ou o fatalismo cínico, no esforço de descortinar as múltiplas facetas da problemática da desigualdade no Brasil. Ao final, a obra propõe mecanismos dedesconcentração de capital e de poder, de insubordinação ao poder econômico e de reorganização do tecido social, na perspectiva de uma sociedade mais solidária e igualitária.

Reconhecimento do FMI ao Pix aumenta a pressão das operadoras nos EUA
Maratona - seu cantinho de leitura, do seu jeito
Registre suas leituras pelas reações, monte estantes virtuais e descubra livros do seu jeito. Sem metas e sem pressa: ler por prazer.
Bolsonaro dirá a Moraes que não sabia de vídeo de IA - 29/07/2026 - Mônica Bergamo - Folha
Negativa fará com que responsabilidade sobre divulgação das imagens recaia sobre o filho do ex-presidente e o PL

Sem autorização dos pais, Prefeitura de SP adota IA para gravar voz de crianças
Elefante Letrado passou a ser usado nas escolas públicas de São Paulo no mês passado, após gestão Nunes assinar convênio com governo estadual; responsáveis afirmam que não foram consultados e especialista aponta violações à LGPD

POR QUE EU NÃO FALO DO OMARCHY | Tecnologia e Classe
Como uma petição tentou hackear o Judiciário
Vara do Trabalho identificou, ao processar uma petição inicial, comandos ocultos redigidos em fonte branca sobre fundo branco

Fandoms pelo Brasil: agenda da Marcha pela Democracia
Fandoms na rua com Lula: confira a agenda dos atos da Marcha pela Democracia em todo o Brasil, crie seu post e baixe o kit de divulgação.

