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Cultura Digital Brasileira
Comunidade da Conferência Permanente de de Cultura Digital no Fediverso. Esta plataforma é mantida pela Associação Alquimídia com recursos do Po…

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Papo aberto #4: quão importante é a privacidade digital para você?
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Museums in the Fediverse: Experiments with Tainacan, ActivityPub, and WebSocial – Ecologia Digital
Below, we present the slides and the text of José Murilo’s presentation, representing Ibram-Museus at the 1st WebSocialBR in Brasília, on December 3, 2025.

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Soberania Digital
Debate sobre a Soberania Digital e cobertura do 2º Encontro Nacional pela Soberania Digital. https://soberania.digital/ Esta plataforma é man…

2024 ARTEONICA — MOLAA | Museum of Latin American Art
ARTEÔNICA is an exhibition project that explores the little-known Latin American art movement based on the relationship between art, science and technology, from the 1960s up to the present. This exhibition takes as its starting point the unparalleled contribution of Brazilian electronic art pioneer

ATBrasil
Nossa missão é difundir o AT Protocol no Brasil. Eventos para troca de conhecimento, debates para amadurecimento da Atmosfera, e compartilhamento de projetos da comunidade. Perfil sem vínculo ao Bluesky PBC.

Feito no Brasil — selo para READMEs e sites brasileiros
Um selo simples para READMEs, sites e produtos digitais feitos por desenvolvedores brasileiros.

“Museus no Fediverso” – Apresentação do Ibram-Museus no 1º WebSocialBR – Ecologia Digital
Apresentamos abaixo, os slides e o texto da apresentação de José Murilo, representando o Ibram-Museus, no 1º WebSocialBR, em Brasília, 03/12/2025.

A relevância de vestirmos o que acreditamos – isaCloud Blog
Nessa última Copa do Mundo FIFA de 2026 houve todo um fenômeno inovador em relação à transmissão dos jogos. Uma grande rede de televisão brasileira, conhecida por sua “vênus platinada” viu sua audiência migrar para um canal no Youtube, feito por um pessoal quase amador mas cheio de vontade (e investimento).

Vilarejos Abertos - Redes sociais Brasileiras comunitárias
Brigada Digital - Início
Somos uma organização com o objetivo de remover o controle proprietário nas tecnologias da informação de trabalhadores, militantes e organizações conscientes do conflito de classes, implementando software livre, proporcionando melhores condições de ação na luta pela superação da exploração social. Nossa luta é livrar a classe trabalhadora dos controles implantados pelas grandes empresas de tecnologia.
A Farsa da Bonança Tecnológica: A Inteligência Artificial e a Intensificação da Exploração Capitalista
O avanço recente da Inteligência Artificial (IA) generativa tem sido acompanhado por uma imensa propaganda ideológica por parte dos porta-vozes da burguesia. Grandes corporações e monopólios do setor tecnológico vendem a promessa de uma era de crescimento de produtividade sem precedentes, sugerindo que as novas ferramentas digitais trarão uma suposta "bonança" geral para a sociedade. Contudo, uma análise rigorosa do desenvolvimento das forças produtivas sob a lógica da acumulação de capital revela uma realidade fundamentalmente distinta: longe de libertar os trabalhadores, a IA opera como um instrumento avançado para aumentar a taxa de mais-valia, rebaixar salários e aprofundar as contradições de classe.

Vou sempre lutar pelo xmpp – isaCloud Blog
Em 2025 os assuntos soberania nacional e liberdade ganharam muita força no âmbito digital. Do jeito que os maiores figurões do mercado de tecnologia iniciaram o ano de 2025 com seus apoios quase irrestritos às políticas do presidente americano eleito, emergiu um despertar de milhares de pessoas sobre como isso era um sinal de alerta e o que fazer a respeito.

Mastodon Brasil

Ursalzona
Brasil - Uma instância de Lemmy para todos os brasileiros.

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