







Em mts aspetos, Dune Messiah é um livro + interessante porque revela a verdade sobre a jornada dos messias. Sejam falsos ou verdadeiros salvadores, a estrada leva sempre à perdição da alma. É uma conclusão fascinante à saga. O poster tem um detalhe spoiler, mas quem não leu os livros, não descobre.
Mar 18, 2026 at 2:31 AM
Maratona - seu cantinho de leitura, do seu jeito
Registre suas leituras pelas reações, monte estantes virtuais e descubra livros do seu jeito. Sem metas e sem pressa: ler por prazer.
“Ih, lá vai o revolucionário vender jornalzinho” — gênios da internet, idiotas úteis para o Vale do…
Imagina você olhar para uma das poucas situações em que uma organização política ainda produz e organiza materialmente a circulação de sua…

Quando o resto da cultura se fragmenta, o esporte vira ponto de encontro
O esporte mudou. Mas talvez a transformação mais importante tenha acontecido fora dele.

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'Nunca fomos perdoados pelas cotas': em discurso, Lula prega mobilização por vitória no 2º turno
Apuração do primeiro turno terminou com Flávio Bolsonaro à frente de Lula na corrida eleitoral

Livrim - App de registro de leituras, metas e estante de livros
Registre livros, acompanhe metas e transforme suas leituras em um perfil cultural para compartilhar.

Pudim de Passas
Dedico o texto aos meus dois avós maternos, já falecidos, mas também aos meus dois avós paternos, que estão vivos e seguem sendo pessoas maravilhosas. Vocês são as minhas maiores inspirações todo dia.
Lo del pogromo
Sánchez ha desaparecido en la crisis de Ceuta, lo que parece indicar que hay algo que desconocemos en todo este suceso híbrido o hay algo que, sencillamente, desconocemos y que puede aludir al ámbito privado del presidente

Fandoms pelo Brasil: agenda da Marcha pela Democracia
Fandoms na rua com Lula: confira a agenda dos atos da Marcha pela Democracia em todo o Brasil, crie seu post e baixe o kit de divulgação.

Explorando ATProto para Jogos
Un símbolo para o fediverso ⁂
Propoñemos o símbolo ⁂ para representar ao fediverso.

Si sigues esperando el momento perfecto, puedes perder tu momento real.
Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

POR QUE EU NÃO FALO DO OMARCHY | Tecnologia e Classe

Cada día tienes la posibilidad de romper una versión antigua de ti. #desarrollopersonal