







Lo que caracteriza a algunos políticos de ultraderecha no es la melancolía por el pasado, sino su voracidad por el porvenir
La encuesta interna que convenció a Sánchez para adelantar las elecciones: Vox se dispara y hay 15 escaños en juego entre bloques
Pasaron muchas cosas en las 72 horas de convulsión política que condujeron a la convocatoria de elecciones anticipadas. Una de ellas es que tanto el PSOE como el PP se...
Terremoto político en cinco comunidades: así quedan los gobiernos implicados tras la salida de Vox
Terremoto político en cinco comunidades: así quedan los gobiernos implicados tras la salida de Vox

Vox responsabiliza al PP del resultado electoral: “La campaña del voto útil ha resultado ser el voto más inútil”
El secretario general de Vox, Ignacio Garriga, culpó este lunes al Partido Popular de que ambos partidos no hayan conseguido la mayoría necesaria para gobernar, alegando que “la campaña del voto útil ha resultado ser el voto más inútil” y “ha llevado a truncar la construcción de esa alternativa que merece la nación”.
Qué puede hacer la izquierda ante el capitalismo tecnológico
Los oligarcas de Silicon Valley están manipulando nuestra atención y abriendo paso en sus redes al autoritarismo populista de Trump y de la ultraderecha europea. ¿Qué se puede hacer desde el progresismo para frenar esta dictadura tecnológica y superar la dependencia de Estados Unidos?

(PDF) Authoritarian Neoliberalism from Below: Subjectivity and Platform Capitalism in Argentina and Brazil
PDF | We are witnessing a worldwide resurgence of reactionary ideologies and movements, combined with an escalating assault on democratic institutions... | Find, read and cite all the research you need on ResearchGate

Vox sube hasta los 11 escaños y se erige como la llave de la gobernabilidad frente a un PP sin mayoría absoluta
Vox sube hasta los 11 escaños y se erige como la llave de la gobernabilidad frente a un PP sin mayoría absoluta

Dinheiro, eleições e poder: As engrenagens do sistema político brasileiro
Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento. Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro. Para escrever Dinheiro, eleições e poder , ele compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, que são contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. O autor mostra como o perfil do financiamento eleitoral no Brasil foi se concentrando em grandes doadores, que seguem uma lógica estritamente empresarial – muito mais que ideológica. Baseado em dados sobre participação em frentes parlamentares, propositura de emendas e posicionamento nas principais votações, Carazza analisa como os eleitos tendem a retribuir as doações recebidas das grandes empresas. Por fim, o autor apresenta alternativas para baratear nossas eleições, combater práticas como o “caixa dois” e diminuir a influência econômica em nossa democracia. “Combinando de modo feliz a análise de dados quantitativos com trechos das delações colhidas pela Lava Jato, Carazza compõe um quadro em que a influência do dinheiro sobre a política é intensa, multiforme e difícil de combater. Trata-se de uma contribuição importante para a discussão de nosso sistema político e de suas possibilidades de aprimoramento.” ― Celso Rocha de Barros“Bruno Carazza destrincha de maneira soberba a associação predadora entre a elite econômica e uma determinada casta política."― Consuelo Dieguez“Com uma análise precisa, informada e incisiva da intercessão entre dinheiro, corrupção e política, Bruno Carazza apresenta um diagnóstico necessário dos desafios atuais da democracia brasileira.” ― Marcus Melo

“Ih, lá vai o revolucionário vender jornalzinho” — gênios da internet, idiotas úteis para o Vale do…
Imagina você olhar para uma das poucas situações em que uma organização política ainda produz e organiza materialmente a circulação de sua…

A desconfiança institucional como estratégia política: Ataques às instituições e à integridade eleitoral na publicidade política da Meta
Ao longo do primeiro mês da campanha eleitoral, entre 16 de agosto e 16 de setembro, o NetLab UFRJ coletou e analisou 6.757 anúncios veiculados em plataformas da Meta para mapear conteúdos que discutem o processo eleitoral, as instituições responsáveis pela sua condução e seus respectivos membros. Parte dos anúncios identificados não é categorizada como política pela Meta, o que impede o acesso a dados de alcance e segmentação dessas peças. Essa falha compromete a conformidade com as regras elei

El PP y Vox suben tras el caso Zapatero y amplían la brecha con el PSOE y sus socios
El partido de Pedro Sánchez baja a un 27% en intención de voto, mientras los de Feijóo rozan el 35%.

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

El poder autonómico tras el 15M: de los 130 diputados de Vox a los 20 de Podemos
El poder autonómico tras el 15M: de los 130 diputados de Vox a los 20 escaños de Podemos, IU y socios en seis parlamentos

Fascism | The Paper Pilot
The Paper Pilot's digital garden of thoughts on philosophy, politics, and sociology
por que o trump odeia o pix?
não sobrou nada pra narrativa liberal de que o setor privado detém o monopólio da inovação tecnológica

Les récidivistes - AOC media
Agiter le chiffon rouge de la montée du nazisme reste une vaine superstition si l’on persiste dans les erreurs historiques – faire porter la responsabilité sur les classes populaires et le suffrage universel. Le parallèle avec aujourd’hui est à situer du côté d’une oligarchie soucieuse de barrer la route à la gauche, y compris sociale-démocrate, et qui ne tient plus compte du résultat des législatives. Il n’y a pas de déterminisme à la montée des fascismes : c’est le résultat d’un choix.

“Llegaron al infierno”
El informe de 90 páginas, titulado “‘Llegaron al infierno’: Tortura y otros abusos contra venezolanos en el Centro de Confinamiento del Terrorismo de El Salvador”, ofrece un análisis exhaustivo del trato que recibieron estas personas en El Salvador. En marzo y abril de 2025, el gobierno de Estados Unidos envió a 252 venezolanos, entre ellos, decenas de solicitantes de asilo, al Centro de Confinamiento del Terrorismo (CECOT) en El Salvador, a pesar de informes creíbles sobre graves violaciones de derechos humanos en las prisiones salvadoreñas. Los venezolanos fueron objeto de devolución— el envío de personas a un lugar donde corren peligro de sufrir tortura o persecución—, detención arbitraria, desaparición forzada, tortura, condiciones de detención inhumanas y, en algunos casos, violencia sexual.
