







Lo que caracteriza a algunos políticos de ultraderecha no es la melancolía por el pasado, sino su voracidad por el porvenir
Qué puede hacer la izquierda ante el capitalismo tecnológico
Los oligarcas de Silicon Valley están manipulando nuestra atención y abriendo paso en sus redes al autoritarismo populista de Trump y de la ultraderecha europea. ¿Qué se puede hacer desde el progresismo para frenar esta dictadura tecnológica y superar la dependencia de Estados Unidos?

Dinheiro, eleições e poder: As engrenagens do sistema político brasileiro
Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento. Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro. Para escrever Dinheiro, eleições e poder , ele compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, que são contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. O autor mostra como o perfil do financiamento eleitoral no Brasil foi se concentrando em grandes doadores, que seguem uma lógica estritamente empresarial – muito mais que ideológica. Baseado em dados sobre participação em frentes parlamentares, propositura de emendas e posicionamento nas principais votações, Carazza analisa como os eleitos tendem a retribuir as doações recebidas das grandes empresas. Por fim, o autor apresenta alternativas para baratear nossas eleições, combater práticas como o “caixa dois” e diminuir a influência econômica em nossa democracia. “Combinando de modo feliz a análise de dados quantitativos com trechos das delações colhidas pela Lava Jato, Carazza compõe um quadro em que a influência do dinheiro sobre a política é intensa, multiforme e difícil de combater. Trata-se de uma contribuição importante para a discussão de nosso sistema político e de suas possibilidades de aprimoramento.” ― Celso Rocha de Barros“Bruno Carazza destrincha de maneira soberba a associação predadora entre a elite econômica e uma determinada casta política."― Consuelo Dieguez“Com uma análise precisa, informada e incisiva da intercessão entre dinheiro, corrupção e política, Bruno Carazza apresenta um diagnóstico necessário dos desafios atuais da democracia brasileira.” ― Marcus Melo

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

por que o trump odeia o pix?
não sobrou nada pra narrativa liberal de que o setor privado detém o monopólio da inovação tecnológica

Ursalzona
A URSAL.zone é uma instância moderada com foco em militantes progressistas, feministas e antifascistas da América Latina.

Ricos & Malandros: A questão da riqueza na estrutura da desigualdade brasileira: como os ricos atuam na sociedade
Este livro trata de um lado nada romântico e ainda pouco explorado da estratificação social: o "topo" da pirâmide, refúgio da elite e seus endinheirados e pedaço desprendido da vida e da realidade brasileiras. Sob um ângulo inovador, Rodrigo Gava dedica-se ao estudo dos ricos e da malandragem como identidade brasileira. Sua maior originalidade está em conseguir transcender o mero protesto denuncista ou o fatalismo cínico, no esforço de descortinar as múltiplas facetas da problemática da desigualdade no Brasil. Ao final, a obra propõe mecanismos dedesconcentração de capital e de poder, de insubordinação ao poder econômico e de reorganização do tecido social, na perspectiva de uma sociedade mais solidária e igualitária.

Vou sempre lutar pelo xmpp – isaCloud Blog
Em 2025 os assuntos soberania nacional e liberdade ganharam muita força no âmbito digital. Do jeito que os maiores figurões do mercado de tecnologia iniciaram o ano de 2025 com seus apoios quase irrestritos às políticas do presidente americano eleito, emergiu um despertar de milhares de pessoas sobre como isso era um sinal de alerta e o que fazer a respeito.
Pluralistic: A fascist paradigm (12 May 2026) – Pluralistic: Daily links from Cory Doctorow
Yesterday, I attended a workshop on systems thinking and political change, which included a presentation on the work of Donella Meadows, whose Thinking in Systems is a canonical work on the subject:
A Farsa da Bonança Tecnológica: A Inteligência Artificial e a Intensificação da Exploração Capitalista
O avanço recente da Inteligência Artificial (IA) generativa tem sido acompanhado por uma imensa propaganda ideológica por parte dos porta-vozes da burguesia. Grandes corporações e monopólios do setor tecnológico vendem a promessa de uma era de crescimento de produtividade sem precedentes, sugerindo que as novas ferramentas digitais trarão uma suposta "bonança" geral para a sociedade. Contudo, uma análise rigorosa do desenvolvimento das forças produtivas sob a lógica da acumulação de capital revela uma realidade fundamentalmente distinta: longe de libertar os trabalhadores, a IA opera como um instrumento avançado para aumentar a taxa de mais-valia, rebaixar salários e aprofundar as contradições de classe.

Incendies en Espagne : le Premier ministre Pedro Sánchez appelle à un « pacte d’État » sur l’urgence climatique
Un « grand pacte d’État » sur l’urgence climatique : c’est ce qu’a proposé le Premier ministre espagnol de gauche, Pedro Sánchez, à l’ensemble des acteurs politiques, et notamment au principal parti de l’opposition, le Parti populaire (PP) du libéral—conservateur Alberto Núñez Feijóo. Cette initiative vise à renforcer les moyens et à améliorer la coordination entre régions face aux catastrophes environnementales.

Lo del pogromo
Sánchez ha desaparecido en la crisis de Ceuta, lo que parece indicar que hay algo que desconocemos en todo este suceso híbrido o hay algo que, sencillamente, desconocemos y que puede aludir al ámbito privado del presidente

Cloudflare bankrolls fascists
US politics has been pretty fascist lately. The state is filling up concentration camps, engaging in mass state violence against people on the basis of racialized traits, deporting them to random countries without any respect for habeas corpus, exerting state pressure on the free press to censor speech critical of the current administration, and Trump is openly floating the idea of an unconstitutional third term.

Início
A Alquimídia é uma associação fundada em 2002 que reúne comunicadores, artistas, e desenvolvedores de tecnologia empenhados no fomento da Cultura Digital para a difusão da Diversidade Cultural no Brasil. Conheça nossa história.
Imagens geradas por IA sobre desastre no RS bombam no Facebook
A Meta não proíbe que usuários compartilhem imagens de IA, a menos que violem suas políticas de comunidade. Maioria dos posts encontrados são religiosos.

Bolsonaro dirá a Moraes que não sabia de vídeo de IA - 29/07/2026 - Mônica Bergamo - Folha
Negativa fará com que responsabilidade sobre divulgação das imagens recaia sobre o filho do ex-presidente e o PL
