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Veja os horários e links das lives de VTubers brasileiros indies em tempo real.

Agenda gamer 2026: dicas de eventos no Brasil para ficar de olho até o fim do ano
Por Claudio Prandoni Sim, a indústria de games tá em crise braba no mundo todo… mas não aqui no Brasil! Mesmo depois do sucesso recordista da gamescom latam 2026 e outros eventos, os próximos…

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Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE
Ao menos 50 vídeos simulam entrevistas e depoimentos sobre os dois principais candidatos da corrida presidencial deste ano: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Decisão polêmica do X muda regras e pode deixar criadores sem pagamento
Má notícia para criadores de conteúdo brasileiros: o X (antigo Twitter) vai adotar um novo sistema de monetização e o Brasil não está na lista de países partici
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'Nunca fomos perdoados pelas cotas': em discurso, Lula prega mobilização por vitória no 2º turno
Apuração do primeiro turno terminou com Flávio Bolsonaro à frente de Lula na corrida eleitoral

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A Alquimídia é uma associação fundada em 2002 que reúne comunicadores, artistas, e desenvolvedores de tecnologia empenhados no fomento da Cultura Digital para a difusão da Diversidade Cultural no Brasil. Conheça nossa história.
Os influencers no Brasil que atacam o voto das mulheres - BBC News Brasil
Reportagem mapeou questionamento ao direito das mulheres ao voto e seus ecos no mundo político. À BBC News Brasil, ministra Cármen Lúcia, do STF, criticou declarações e disse que propor qualquer mudança neste direito é inconstitucional.

Visa diz que dobrou operação no Brasil desde o Pix, apesar de críticas de Trump ao sistema | Sanches
Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Meta lucra com anúncios irregulares promovidos por redes coordenadas para influenciar as eleições no Brasil
Neste relatório, desenvolvido no âmbito do Observatório das Big Tech, que se propõe a verificar se as grandes plataformas digitais estão cumprindo seus deveres e obrigações durante as eleições gerais de 2026, o NetLab UFRJ identificou 1.613 anúncios político-eleitorais impulsionados nas plataformas da Meta a partir do exterior e por atores sem autorização para realizar propaganda eleitoral no Brasil.As páginas responsáveis por esses anúncios estavam localizadas predominantemente nos Estados Unid

Imagens geradas por IA sobre desastre no RS bombam no Facebook
A Meta não proíbe que usuários compartilhem imagens de IA, a menos que violem suas políticas de comunidade. Maioria dos posts encontrados são religiosos.

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