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I have a long layover in Buenos Aires with an airport change (I arrive at Jorge Newberry and leave the city from Ezeiza). I arrive at 12:20 PM and…
Técnico Lisboa - Autenticação
Dinheiro, eleições e poder: As engrenagens do sistema político brasileiro
Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento. Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro. Para escrever Dinheiro, eleições e poder , ele compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, que são contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. O autor mostra como o perfil do financiamento eleitoral no Brasil foi se concentrando em grandes doadores, que seguem uma lógica estritamente empresarial – muito mais que ideológica. Baseado em dados sobre participação em frentes parlamentares, propositura de emendas e posicionamento nas principais votações, Carazza analisa como os eleitos tendem a retribuir as doações recebidas das grandes empresas. Por fim, o autor apresenta alternativas para baratear nossas eleições, combater práticas como o “caixa dois” e diminuir a influência econômica em nossa democracia. “Combinando de modo feliz a análise de dados quantitativos com trechos das delações colhidas pela Lava Jato, Carazza compõe um quadro em que a influência do dinheiro sobre a política é intensa, multiforme e difícil de combater. Trata-se de uma contribuição importante para a discussão de nosso sistema político e de suas possibilidades de aprimoramento.” ― Celso Rocha de Barros“Bruno Carazza destrincha de maneira soberba a associação predadora entre a elite econômica e uma determinada casta política."― Consuelo Dieguez“Com uma análise precisa, informada e incisiva da intercessão entre dinheiro, corrupção e política, Bruno Carazza apresenta um diagnóstico necessário dos desafios atuais da democracia brasileira.” ― Marcus Melo

Cosas para hacer/conocer en BA
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Vilarejos Abertos - Redes sociais Brasileiras comunitárias
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Conheça as instituições responsáveis pelo desenvolvimento desta iniciativa — uma universidade e 10 organizações de base que, historicamente, promovem a agroecologia em seus territórios de atuação no Brasil, Paraguai, Equador, Colômbia, El Salvador, Guatemala e México.
VTubeSchedule — Agenda de Lives
Veja os horários e links das lives de VTubers brasileiros indies em tempo real.

Núcleo e Manual do Usuário fecham parceria de desconto em assinaturas
Principais veículos independentes que cobrem tecnologia no Brasil vão fazer descontos cruzados para seus assinantes

A relevância de vestirmos o que acreditamos – isaCloud Blog
Nessa última Copa do Mundo FIFA de 2026 houve todo um fenômeno inovador em relação à transmissão dos jogos. Uma grande rede de televisão brasileira, conhecida por sua “vênus platinada” viu sua audiência migrar para um canal no Youtube, feito por um pessoal quase amador mas cheio de vontade (e investimento).

Reconhecimento do FMI ao Pix aumenta a pressão das operadoras nos EUA
Un símbolo para o fediverso ⁂
Propoñemos o símbolo ⁂ para representar ao fediverso.

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.


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