







O líder afromarxista Kwame Nkrumah nasceu neste dia em 1909. Ele dissecou os meandros do avanço imperialista na África do século XX em sua tese contra o neocolonialismo. Com a nova ofensiva estadunidense no Sul Global, reler e se armar com os argumentos de seu livro Neocolonialismo: estágio superior do imperialismo se torna uma tarefa incontornável dos dois lados do Atlântico.
Imperialism in the Twenty-First Century - Monthly Review
John Smith teaches international political economy at Kingston University in London. This paper has been abstracted from his book Imperialism in the Twenty-First Century, forthcoming from Monthly Review Press in... READ MORE

How Europe Underdeveloped Africa
The decisiveness of the short period of colonialism and…

Africa Was Not an Anarchist Paradise: Misconceptions about Precolonial State-Building in Africa
Africa was not an anarchist paradise; it underwent broadly similar processes of centralisation and state formation to those found elsewhere, with regional variation.

How Indigenous West African Communities Resisted the European Slave Trade
Compelling evidence of massive African resistance to Atlantic slavery can be found from the very onset of the European colonial arrival on the con-tinent. When the Portuguese gained control of the …

annotations: L'impact économique du colonialisme
traduction de "The economic impact of colonialism" de Daron Acemoglu & James A. Robinson
Marxism & the Global South
A critical history of imperialism and dependency theory, from Marx on colonialism and Eurocentrism to Baran, Frank, Wallerstein, and Samir Amin.

Marxism & the Global South
A critical history of imperialism and dependency theory, from Marx on colonialism and Eurocentrism to Baran, Frank, Wallerstein, and Samir Amin.

Imperialism | The Paper Pilot
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Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Is China doing "colonialism" in Africa?
Western claims are contradicted by empirical evidence.


Book: The Face of Imperialism — The Michael Parenti Political Archive
In the last half-century we have witnessed a dramatic expansion of American corporate power into every corner of the world, accompanied by an equally awesome growth in U.S. military power. These phenomena are often treated as independent developments. Here, Michael Parenti brings them together in a sharp critique aimed as much at errant liberals and certain Marxists as at the dominant political actors who have perpetrated the imperial lie.

Imperialism and Unequal Development - Monthly Review Press
“The societies of the dominated periphery no longer can wait,” said the great Egyptian economist Samir Amin, over half a century ago in the lively and re...

Les Résistantes 2025 : il ne suffit pas de ne pas être racistes pour être antiracistes
1. Introduction — Merci 2. Antiracisme et théorie décoloniale 2.1. Se repérer dans les courants a. L’anticolonialisme b. Le postcolonialisme c. Le mouvement décolonial 2.2. Critiques du mouvement d…

Fabrics of Africa: 40+ Fabrics That Weave Culture, Color, and Heritage of Africa - Kenyalogue
Africa’s vibrant story isn’t written only in words—it’s woven, dyed, stamped, and embroidered into cloth. From the sun-soaked looms of Ghana to the hand-pounded bark cloths of Uganda and the geometric raffia of the Congo, African fabrics carry the colors, symbols, and spirit of their people. “Fabrics of Africa” is a curated journey through the...

if there's one conclusion that the study of both labor history and imperialism converge on, it is that the richest people in the world are happy to burn money on control, power, impunity. and the "everything is about profit" version of anti-capitalism does not survive serious contact with either
Leonard Pierce
Adding to this thread: it’s a common mistake (I’ve made it myself, many times) to think of the motivations of the capitalist elites as essentially mercantilist: that is, that they are largely still motivated *entirely* by profit and loss, selling product, etc. This has not been true for a while.