







O esporte mudou. Mas talvez a transformação mais importante tenha acontecido fora dele.
Quando o resto da cultura se fragmenta, o esporte vira ponto de encontro
O esporte mudou. Mas talvez a transformação mais importante tenha acontecido fora dele.

Casa Branca lança jogos no seu site institucional em que imigrantes são caçados para deportação
Grupos de direitos humanos denunciam 'brincadeira com vida humana'; EUA rebatem críticas e falam em 'cultura divertida'

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A Alquimídia é uma associação fundada em 2002 que reúne comunicadores, artistas, e desenvolvedores de tecnologia empenhados no fomento da Cultura Digital para a difusão da Diversidade Cultural no Brasil. Conheça nossa história.
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Como uma petição tentou hackear o Judiciário
Vara do Trabalho identificou, ao processar uma petição inicial, comandos ocultos redigidos em fonte branca sobre fundo branco

resenha 🔝
Instância Wafrn para resenheiros de plantão, devotando nosso tempo ao neymarismo e cazétevismo 🙏

Papo aberto #4: quão importante é a privacidade digital para você?
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Un símbolo para o fediverso ⁂
Propoñemos o símbolo ⁂ para representar ao fediverso.

Um símbolo para o fediverso ⁂
Propomos o símbolo ⁂ para representar o fediverso.


Dinheiro, eleições e poder: As engrenagens do sistema político brasileiro
Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento. Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro. Para escrever Dinheiro, eleições e poder , ele compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, que são contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. O autor mostra como o perfil do financiamento eleitoral no Brasil foi se concentrando em grandes doadores, que seguem uma lógica estritamente empresarial – muito mais que ideológica. Baseado em dados sobre participação em frentes parlamentares, propositura de emendas e posicionamento nas principais votações, Carazza analisa como os eleitos tendem a retribuir as doações recebidas das grandes empresas. Por fim, o autor apresenta alternativas para baratear nossas eleições, combater práticas como o “caixa dois” e diminuir a influência econômica em nossa democracia. “Combinando de modo feliz a análise de dados quantitativos com trechos das delações colhidas pela Lava Jato, Carazza compõe um quadro em que a influência do dinheiro sobre a política é intensa, multiforme e difícil de combater. Trata-se de uma contribuição importante para a discussão de nosso sistema político e de suas possibilidades de aprimoramento.” ― Celso Rocha de Barros“Bruno Carazza destrincha de maneira soberba a associação predadora entre a elite econômica e uma determinada casta política."― Consuelo Dieguez“Com uma análise precisa, informada e incisiva da intercessão entre dinheiro, corrupção e política, Bruno Carazza apresenta um diagnóstico necessário dos desafios atuais da democracia brasileira.” ― Marcus Melo

Imagens geradas por IA sobre desastre no RS bombam no Facebook
A Meta não proíbe que usuários compartilhem imagens de IA, a menos que violem suas políticas de comunidade. Maioria dos posts encontrados são religiosos.

ATBrasil
Nossa missão é difundir o AT Protocol no Brasil. Eventos para troca de conhecimento, debates para amadurecimento da Atmosfera, e compartilhamento de projetos da comunidade. Perfil sem vínculo ao Bluesky PBC.

A Farsa da Bonança Tecnológica: A Inteligência Artificial e a Intensificação da Exploração Capitalista
O avanço recente da Inteligência Artificial (IA) generativa tem sido acompanhado por uma imensa propaganda ideológica por parte dos porta-vozes da burguesia. Grandes corporações e monopólios do setor tecnológico vendem a promessa de uma era de crescimento de produtividade sem precedentes, sugerindo que as novas ferramentas digitais trarão uma suposta "bonança" geral para a sociedade. Contudo, uma análise rigorosa do desenvolvimento das forças produtivas sob a lógica da acumulação de capital revela uma realidade fundamentalmente distinta: longe de libertar os trabalhadores, a IA opera como um instrumento avançado para aumentar a taxa de mais-valia, rebaixar salários e aprofundar as contradições de classe.

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

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