







A hora mais tranquila para votar na sua seção e a rota de ônibus ou de carro até lá. E carona solidária. 2º turno, domingo, 25 de outubro.
'Nunca fomos perdoados pelas cotas': em discurso, Lula prega mobilização por vitória no 2º turno
Apuração do primeiro turno terminou com Flávio Bolsonaro à frente de Lula na corrida eleitoral

Dá pra Virar · foram 5 votos por urna
Mapa da abstenção até o município, as três frentes do 2º turno e materiais prontos para compartilhar.

Quando o resto da cultura se fragmenta, o esporte vira ponto de encontro
O esporte mudou. Mas talvez a transformação mais importante tenha acontecido fora dele.

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“Ih, lá vai o revolucionário vender jornalzinho” — gênios da internet, idiotas úteis para o Vale do…
Imagina você olhar para uma das poucas situações em que uma organização política ainda produz e organiza materialmente a circulação de sua…

Maratona - seu cantinho de leitura, do seu jeito
Registre suas leituras pelas reações, monte estantes virtuais e descubra livros do seu jeito. Sem metas e sem pressa: ler por prazer.
Quantas pessoas votaram após a prorrogação da eleição? | G1
Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país. Candidato derrotado disse não reconhecer resultado; Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, confirmou vitória de Lula e afirmou ter segurança no processo eleitoral.
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Agora · Radar da Virada
O que está pegando agora no X, Google, TikTok e YouTube, dos dois lados, e o que fazer com isso. Ao vivo até o 2º turno.

As pesquisas para presidente na véspera do 2º turno — o que diziam em 2018, 2022 e o que mostram agora - BBC News Brasil
O cenário eleitoral mudou ao longo dos anos: Flávio Bolsonaro ocupa a primeira posição nas pesquisas de 2026, enquanto Lula era o favorito em 2022 e Jair Bolsonaro, em 2018. Confira a trajetória nos gráficos da reportagem.

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Onde dá pra conversar
Perto de você tem gente que pode escolher o Lula no segundo turno. Veja onde dá pra conversar.

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

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