







A URSAL.zone é uma instância moderada com foco em militantes progressistas, feministas e antifascistas da América Latina.
Vox, fascismo y revolución | Columna
Lo que caracteriza a algunos políticos de ultraderecha no es la melancolía por el pasado, sino su voracidad por el porvenir

Dá pra Virar · foram 5 votos por urna
Mapa da abstenção até o município, as três frentes do 2º turno e materiais prontos para compartilhar.

Imagens geradas por IA sobre desastre no RS bombam no Facebook
A Meta não proíbe que usuários compartilhem imagens de IA, a menos que violem suas políticas de comunidade. Maioria dos posts encontrados são religiosos.


A/I Chiude Restare Umani · Keep the Internet free
Non appena abbiamo scoperto di essere finite sulla lista delle organizzazioni terroristiche globali, abbiamo scritto, dichiarato e promesso che avremmo cercato di resistere fino a che fosse stato possibile, che non ci saremmo arrese finché avessimo intravisto delle possibilità legali. Abbiamo mantenuto e difeso con orgoglio un’infrastruttura libera, riservata, autonoma e soprattutto partigiana.
(PDF) Authoritarian Neoliberalism from Below: Subjectivity and Platform Capitalism in Argentina and Brazil
PDF | We are witnessing a worldwide resurgence of reactionary ideologies and movements, combined with an escalating assault on democratic institutions... | Find, read and cite all the research you need on ResearchGate

Lettre ouverte à la gauche bordelaise qui a perdu le nord
Ceci est une lettre ouverte à l'ensemble des organisations bordelaises se réclamant de l'antiracisme, de l'antifascisme et du féminisme.

Meta lucra com anúncios irregulares promovidos por redes coordenadas para influenciar as eleições no Brasil
Neste relatório, desenvolvido no âmbito do Observatório das Big Tech, que se propõe a verificar se as grandes plataformas digitais estão cumprindo seus deveres e obrigações durante as eleições gerais de 2026, o NetLab UFRJ identificou 1.613 anúncios político-eleitorais impulsionados nas plataformas da Meta a partir do exterior e por atores sem autorização para realizar propaganda eleitoral no Brasil.As páginas responsáveis por esses anúncios estavam localizadas predominantemente nos Estados Unid

Vilarejos Abertos - Redes sociais Brasileiras comunitárias
Vilarejos Abertos - Redes sociais Brasileiras comunitárias
Fandoms pelo Brasil: agenda da Marcha pela Democracia
Fandoms na rua com Lula: confira a agenda dos atos da Marcha pela Democracia em todo o Brasil, crie seu post e baixe o kit de divulgação.

por que o trump odeia o pix?
não sobrou nada pra narrativa liberal de que o setor privado detém o monopólio da inovação tecnológica

Qué puede hacer la izquierda ante el capitalismo tecnológico
Los oligarcas de Silicon Valley están manipulando nuestra atención y abriendo paso en sus redes al autoritarismo populista de Trump y de la ultraderecha europea. ¿Qué se puede hacer desde el progresismo para frenar esta dictadura tecnológica y superar la dependencia de Estados Unidos?

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Aldeas Abiertas - Redes sociales comunitarias latinas