







Vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro foi cerca de 130 vezes o volume de votos registrados após as 17h, mostra levantamento da BBC News Brasil
Quantas pessoas votaram após a prorrogação da eleição? | G1
Campanhas de Lula e de Flávio pediram prorrogação da votação após relatos de falta de ônibus e de chuvas pelo país. Candidato derrotado disse não reconhecer resultado; Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, confirmou vitória de Lula e afirmou ter segurança no processo eleitoral.
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Virada no Bairro · quantos votos garantir no seu bairro
Lula ficou 2,2 milhões de votos atrás no 1º turno e 39,4 milhões de pessoas não escolheram ninguém. Veja quantos votos dá para garantir na sua cidade e no seu bairro.
Eleitores gerados por IA fazem campanha no TikTok e põem em xeque regra do TSE
Ao menos 50 vídeos simulam entrevistas e depoimentos sobre os dois principais candidatos da corrida presidencial deste ano: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).

Mapa de conexões de Flávio Bolsonaro
Ligamos os pontos. Reunimos em um só lugar os escândalos e investigações relacionadas a Flávio Bolsonaro para consulta pública, baseada em fontes jornalísticas.

'Nunca fomos perdoados pelas cotas': em discurso, Lula prega mobilização por vitória no 2º turno
Apuração do primeiro turno terminou com Flávio Bolsonaro à frente de Lula na corrida eleitoral

Meta lucra com anúncios irregulares promovidos por redes coordenadas para influenciar as eleições no Brasil
Neste relatório, desenvolvido no âmbito do Observatório das Big Tech, que se propõe a verificar se as grandes plataformas digitais estão cumprindo seus deveres e obrigações durante as eleições gerais de 2026, o NetLab UFRJ identificou 1.613 anúncios político-eleitorais impulsionados nas plataformas da Meta a partir do exterior e por atores sem autorização para realizar propaganda eleitoral no Brasil.As páginas responsáveis por esses anúncios estavam localizadas predominantemente nos Estados Unid

Inside 'Lula's Army': How 10m WhatsApp users fuelled Brazil's
Analysts, however, say the full picture is more complicated.

Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Vou sempre lutar pelo xmpp – isaCloud Blog
Em 2025 os assuntos soberania nacional e liberdade ganharam muita força no âmbito digital. Do jeito que os maiores figurões do mercado de tecnologia iniciaram o ano de 2025 com seus apoios quase irrestritos às políticas do presidente americano eleito, emergiu um despertar de milhares de pessoas sobre como isso era um sinal de alerta e o que fazer a respeito.
El PP y Vox suben tras el caso Zapatero y amplían la brecha con el PSOE y sus socios
El partido de Pedro Sánchez baja a un 27% en intención de voto, mientras los de Feijóo rozan el 35%.

Indústria brasileira de jogos: catálogo, vagas e eventos | IDJ
Catálogo de 4033 jogos e 1454 estúdios brasileiros, vagas abertas da indústria, eventos da cena e a leitura semanal do mercado de games do Brasil.

As pesquisas para presidente na véspera do 2º turno — o que diziam em 2018, 2022 e o que mostram agora - BBC News Brasil
O cenário eleitoral mudou ao longo dos anos: Flávio Bolsonaro ocupa a primeira posição nas pesquisas de 2026, enquanto Lula era o favorito em 2022 e Jair Bolsonaro, em 2018. Confira a trajetória nos gráficos da reportagem.

Reconhecimento do FMI ao Pix aumenta a pressão das operadoras nos EUA
Bolsonaro dirá a Moraes que não sabia de vídeo de IA - 29/07/2026 - Mônica Bergamo - Folha
Negativa fará com que responsabilidade sobre divulgação das imagens recaia sobre o filho do ex-presidente e o PL

Seu algorítimo está estranho? O movimento sigiloso da Meta no Brasil feito justamente em período eleitoral - Laís Gouveia - Brasil 247
Um trabalhador da Meta Brasil confirma movimentação da empresa que pode intensificar a alteração de algorítimos

OpenAI 🤝 Brasil
Empresa escolheu o Brasil para ser o primeiro país a receber um escritório da empresa fora dos EUA
