







Latin America, where research and journals that publish research results, are both activities that are mainly publicly-funded, is the region of the world with the greatest adoption of open access, to scientific journals, highlighting scholarly-led regional initiatives such as Latindex, SciELO, Redalyc, which are complemented by national and institutional open access journal portals, all collaborative non-commercial initiatives. In this article, and based on CLACSO's experience in the region and its participation in international debates on the future of open access scholarly communications, views are shared on some of the challenges that this collaborative open access model poses to journals published in countries of Latin America. As is the case of open science requirements for journals, the need to have open access indicators so that evaluation processes can assess the contributions from research output published in journals within the region, and the urgency to strengthen collaborative non-commercial models to manage open access and its indicators.
Guerra cultural e retórica do ódio: crônicas de um Brasil pós-político
Guerra cultural e retórica do ódio é um ensaio escrito em prosa literária e que oferece uma descrição inovadora do bolsonarismo, entendido em sua dinâmica própria. Um dos pontos altos do livro é a análise da escalada golpista nos meses de abril e maio de 2020, assim como a previsão de novas tentativas, intrínsecas ao projeto autoritário.O bolsonarismo implica uma visão de mundo bélica, expressa numa linguagem específica, a retórica do ódio, e codificada numa estrutura de pensamento coesa, composta por labirínticas teorias conspiratórias. O livro desvenda cada um desses elementos.A visão de mundo bélica supõe a atualização da Lei de Segurança Nacional (LSN) em tempos democráticos – e são ameaçadoras as consequências desse gesto. Durante a formação do jovem militar Jair Messias Bolsonaro, estava vigente a LSN promulgada em 1969. Em seus 107 artigos, o substantivo morte aparece 32 vezes e 15 artigos prescreviam a pena de morte. O eixo dessa LSN era a identificação do inimigo interno e sua eliminação imediata. Eis aí o cerne da mentalidade bolsonarista.No entanto, como identificar com segurança o inimigo? Orvil, o projeto secreto do Exército, concluído em 1988, esclarece: trata-se do comunismo, do “perigo vermelho” e sua incomum capacidade de infiltração por meio do aparelhamento das instituições. No século XXI, a receita teve acréscimos com a pauta reacionária dos costumes, corporificada na crítica à “ideologia de gênero”. Daí, o modelo desastroso de um governo enquanto arquitetura da destruição, pois é como se destruir instituições “aparelhadas” fosse mais importante do que governar.Rumo à estação Brasília, o que faltava? Linguagem: a retórica do ódio; o idioma do sistema de crenças Olavo de Carvalho. A retórica do ódio é a mais completa tradução da LSN de 1969, limitando o outro ao papel de inimigo a ser destruído. É o reino desencantado do vale-tudo travestido de filosofices, xingamentos e desqualificações. O resultado: caos cognitivo, analfabetismo ideológico e a idiotia erudita: elementos que definem as massas digitais bolsonaristas, criadoras da pólis pós-política.O livro propõe uma série de conceitos novos, a fim de criar linguagem para dar conta da complexidade do agônico cenário contemporâneo. A produção da direita e da extrema-direita é analisada em detalhes, incluindo livros, artigos, textos de blogs, vídeos, documentários, postagens nas redes sociais, num esforço inédito para a caracterização da retórica extremista. O autor desenvolveu um método para lidar com esse material: a etnografia textual, com o objetivo de reconstruir a lógica própria a seus discursos. O olhar etnográfico se completa na proposta de uma ética do diálogo, que valoriza a diferença como fonte de enriquecimento.O autor formula o paradoxo que anuncia um colapso: o êxito do bolsonarismo significa o fracasso do governo Bolsonaro. Sem guerra cultural, não se mantém as massas digitais mobilizadas em constante excitação; contudo, a guerra cultural, pela negação de dados objetivos, não permite que se administre a coisa pública.Por fim, no post-scriptum o autor analisa a fracassada escalada golpista de Donald Trump, mostrando os limites dos “fatos alternativos” diante de um Judiciário independente; salvo engano, lição fundamental para o Brasil de Jair Messias Bolsonaro.O livro conta ainda com um posfácio do jovem editor e historiador Cláudio Ribeiro intitulado “‘Da urgência do agora à caracterização da ágora’: o momento etnográfico de João Cezar de Castro Rocha”, apresentando uma reflexão acerca da metodologia inovadora do autor em relação às preocupações desenvolvidas desde seu primeiro livro, Literatura e cordialidade: o público e o privado na cultura brasileira (1998).Guerra cultural e retórica do ódio é um livro que permitirá entender a cena brasileira atual com novos olhos: um ensaio urgente, no calor da hora.

Dinheiro, eleições e poder: As engrenagens do sistema político brasileiro
Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento. Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro. Para escrever Dinheiro, eleições e poder , ele compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, que são contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. O autor mostra como o perfil do financiamento eleitoral no Brasil foi se concentrando em grandes doadores, que seguem uma lógica estritamente empresarial – muito mais que ideológica. Baseado em dados sobre participação em frentes parlamentares, propositura de emendas e posicionamento nas principais votações, Carazza analisa como os eleitos tendem a retribuir as doações recebidas das grandes empresas. Por fim, o autor apresenta alternativas para baratear nossas eleições, combater práticas como o “caixa dois” e diminuir a influência econômica em nossa democracia. “Combinando de modo feliz a análise de dados quantitativos com trechos das delações colhidas pela Lava Jato, Carazza compõe um quadro em que a influência do dinheiro sobre a política é intensa, multiforme e difícil de combater. Trata-se de uma contribuição importante para a discussão de nosso sistema político e de suas possibilidades de aprimoramento.” ― Celso Rocha de Barros“Bruno Carazza destrincha de maneira soberba a associação predadora entre a elite econômica e uma determinada casta política."― Consuelo Dieguez“Com uma análise precisa, informada e incisiva da intercessão entre dinheiro, corrupção e política, Bruno Carazza apresenta um diagnóstico necessário dos desafios atuais da democracia brasileira.” ― Marcus Melo

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Reconhecimento do FMI ao Pix aumenta a pressão das operadoras nos EUA
Ricos & Malandros: A questão da riqueza na estrutura da desigualdade brasileira: como os ricos atuam na sociedade
Este livro trata de um lado nada romântico e ainda pouco explorado da estratificação social: o "topo" da pirâmide, refúgio da elite e seus endinheirados e pedaço desprendido da vida e da realidade brasileiras. Sob um ângulo inovador, Rodrigo Gava dedica-se ao estudo dos ricos e da malandragem como identidade brasileira. Sua maior originalidade está em conseguir transcender o mero protesto denuncista ou o fatalismo cínico, no esforço de descortinar as múltiplas facetas da problemática da desigualdade no Brasil. Ao final, a obra propõe mecanismos dedesconcentração de capital e de poder, de insubordinação ao poder econômico e de reorganização do tecido social, na perspectiva de uma sociedade mais solidária e igualitária.

A Farsa da Bonança Tecnológica: A Inteligência Artificial e a Intensificação da Exploração Capitalista
O avanço recente da Inteligência Artificial (IA) generativa tem sido acompanhado por uma imensa propaganda ideológica por parte dos porta-vozes da burguesia. Grandes corporações e monopólios do setor tecnológico vendem a promessa de uma era de crescimento de produtividade sem precedentes, sugerindo que as novas ferramentas digitais trarão uma suposta "bonança" geral para a sociedade. Contudo, uma análise rigorosa do desenvolvimento das forças produtivas sob a lógica da acumulação de capital revela uma realidade fundamentalmente distinta: longe de libertar os trabalhadores, a IA opera como um instrumento avançado para aumentar a taxa de mais-valia, rebaixar salários e aprofundar as contradições de classe.

La libertad financiera comienza cuando dejas de comprar aprobación.
El dinero amplifica tus hábitos primero construye hábitos que puedan sostenerlo.
Quien te valora no necesita perderte para darse cuenta.
ATBrasil
Nossa missão é difundir o AT Protocol no Brasil. Eventos para troca de conhecimento, debates para amadurecimento da Atmosfera, e compartilhamento de projetos da comunidade. Perfil sem vínculo ao Bluesky PBC.

Construir patrimonio requiere paciencia cuando todos parecen tener prisa.
Cada día tienes la posibilidad de romper una versión antigua de ti. #desarrollopersonal
La constancia convierte esfuerzos invisibles en resultados imposibles de ignorar. #superatuslimites
Ganar más importa, pero aprender a conservar y multiplicar importa todavía más.
No necesitas demostrar que estás avanzando; necesitas seguir avanzando.

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