







Plataforma ciudadana de transparencia y análisis del poder público en México, potenciada por inteligencia artificial.
A Farsa da Bonança Tecnológica: A Inteligência Artificial e a Intensificação da Exploração Capitalista
O avanço recente da Inteligência Artificial (IA) generativa tem sido acompanhado por uma imensa propaganda ideológica por parte dos porta-vozes da burguesia. Grandes corporações e monopólios do setor tecnológico vendem a promessa de uma era de crescimento de produtividade sem precedentes, sugerindo que as novas ferramentas digitais trarão uma suposta "bonança" geral para a sociedade. Contudo, uma análise rigorosa do desenvolvimento das forças produtivas sob a lógica da acumulação de capital revela uma realidade fundamentalmente distinta: longe de libertar os trabalhadores, a IA opera como um instrumento avançado para aumentar a taxa de mais-valia, rebaixar salários e aprofundar as contradições de classe.

Dinheiro, eleições e poder: As engrenagens do sistema político brasileiro
Diante do cenário político e econômico atual, muitos autores têm procurado discutir se nosso presidencialismo de coalizão funciona. Bruno Carazza foi além, avaliando quais são os custos de seu precário funcionamento. Especialista em direito e economia, Bruno Carazza criou uma metodologia original para destrinchar as engrenagens do sistema político brasileiro. Para escrever Dinheiro, eleições e poder , ele compilou e cruzou um volume imenso de dados sobre doações de campanhas eleitorais, tramitação de projetos, votações e atuação parlamentar, que são contextualizados por fragmentos das delações premiadas e dos depoimentos de testemunhas ouvidas nas várias fases da Operação Lava Jato e do julgamento da chapa Dilma-Temer no TSE. O autor mostra como o perfil do financiamento eleitoral no Brasil foi se concentrando em grandes doadores, que seguem uma lógica estritamente empresarial – muito mais que ideológica. Baseado em dados sobre participação em frentes parlamentares, propositura de emendas e posicionamento nas principais votações, Carazza analisa como os eleitos tendem a retribuir as doações recebidas das grandes empresas. Por fim, o autor apresenta alternativas para baratear nossas eleições, combater práticas como o “caixa dois” e diminuir a influência econômica em nossa democracia. “Combinando de modo feliz a análise de dados quantitativos com trechos das delações colhidas pela Lava Jato, Carazza compõe um quadro em que a influência do dinheiro sobre a política é intensa, multiforme e difícil de combater. Trata-se de uma contribuição importante para a discussão de nosso sistema político e de suas possibilidades de aprimoramento.” ― Celso Rocha de Barros“Bruno Carazza destrincha de maneira soberba a associação predadora entre a elite econômica e uma determinada casta política."― Consuelo Dieguez“Com uma análise precisa, informada e incisiva da intercessão entre dinheiro, corrupção e política, Bruno Carazza apresenta um diagnóstico necessário dos desafios atuais da democracia brasileira.” ― Marcus Melo

democracia-social
Plataforma soberana de democracia participativa (PINDORAMA) — participação sem consequência é teatro. Rust + ActivityPub + 70k mandatos reais.
DemocraciaBR — participação com consequência
DemocraciaBR converte a demanda popular em responsabilidade pública e com prazo. Participação sem consequência é teatro: aqui o silêncio de um mandato fica registrado.

La Singularidad Reflexiva: Derivas Identitarias en la Topología Probabilística de Modelos Generativos
Introspección asistida por entropía

Brigada Digital - Início
Somos uma organização com o objetivo de remover o controle proprietário nas tecnologias da informação de trabalhadores, militantes e organizações conscientes do conflito de classes, implementando software livre, proporcionando melhores condições de ação na luta pela superação da exploração social. Nossa luta é livrar a classe trabalhadora dos controles implantados pelas grandes empresas de tecnologia.
Ricos & Malandros: A questão da riqueza na estrutura da desigualdade brasileira: como os ricos atuam na sociedade
Este livro trata de um lado nada romântico e ainda pouco explorado da estratificação social: o "topo" da pirâmide, refúgio da elite e seus endinheirados e pedaço desprendido da vida e da realidade brasileiras. Sob um ângulo inovador, Rodrigo Gava dedica-se ao estudo dos ricos e da malandragem como identidade brasileira. Sua maior originalidade está em conseguir transcender o mero protesto denuncista ou o fatalismo cínico, no esforço de descortinar as múltiplas facetas da problemática da desigualdade no Brasil. Ao final, a obra propõe mecanismos dedesconcentração de capital e de poder, de insubordinação ao poder econômico e de reorganização do tecido social, na perspectiva de uma sociedade mais solidária e igualitária.

Actualités/Essais/Documents
Technopolitique, Asma Mhalla : Intelligence artificielle, réseaux sociaux, implants cérébraux, satellites, métavers… Le choc technologique sera l’un ...

Qué puede hacer la izquierda ante el capitalismo tecnológico
Los oligarcas de Silicon Valley están manipulando nuestra atención y abriendo paso en sus redes al autoritarismo populista de Trump y de la ultraderecha europea. ¿Qué se puede hacer desde el progresismo para frenar esta dictadura tecnológica y superar la dependencia de Estados Unidos?

Reconhecimento do FMI ao Pix aumenta a pressão das operadoras nos EUA
Cultura Digital Brasileira
Comunidade da Conferência Permanente de de Cultura Digital no Fediverso. Esta plataforma é mantida pela Associação Alquimídia com recursos do Po…

As emissoras online estão dominando audiências inventadas
E você está caindo no mito das novas mídias "progressistas"

Construindo Caminhos
Conheça as instituições responsáveis pelo desenvolvimento desta iniciativa — uma universidade e 10 organizações de base que, historicamente, promovem a agroecologia em seus territórios de atuação no Brasil, Paraguai, Equador, Colômbia, El Salvador, Guatemala e México.
Fediverso ou Web Social? – Ecologia Digital
Saskia Welch, colega do Fediverso que trabalha na NewsMast Foundation, publicou recentemente um post que me fez pensar bastante. No post The ‘normal’ response to the Social Web, ela levanta uma questão aparentemente simples, mas com implicações estratégicas relevantes para quem trabalha com a disseminação das redes descentralizadas: será que o termo “Fediverso” é o mais adequado para comunicar este espaço a públicos mais amplos? A pergunta da Saskia é direta:

Início - Soberania Digital
Rede para debates, trocas de informações e organização de ações pela Soberania Digital. Sua participação é fundamental para construirmos um futuro digital!
